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terça-feira, 23 de março de 2010
A ESPECIALIZAÇÃO RUMO A CRIAÇÃO AUTO-SUSTENTÁVEL
Brasil Ornitológico Nº 42 - Março 2001
Por: Fábio Rodrigues -Juiz Aspirante OBJO/FOB
"Neste artigo tento deixar clara a necessidade de haver algum retorno financeiro na criação de canários, posto que as despesas com a criação: alimentação, gaiolas, funcionários, compra de novas matrizes, viagens para Campeonatos Nacionais, etc. acaba por engolir grande parte do orçamento familiar de muitos criadores. A grande maioria não dispõe em sua conta bancária de recursos suficientes para toda esta manutenção. Então porque não retirar da criação, um pouco, ou quem sabe, a totalidade dos recursos necessários? Não é simples, mas é possível! Para isto, no meu ponto de vista é primordial e vital para o pequeno e médio criador, a especialização, em uma das várias séries de canários de cor ou porte. O pequeno e médio criador (os criadores que montaram o seu plantel com 30 a 100 casais) costuma fazer uma verdadeira "salada" de cores dentro do seu criadouro, um casal daquele, pois adoro aquela cor, outro casal deste porque minha filha ama esta fêmea e mais um casal daquele ali, pois o pai fez 90 pontos no clube no ano retrasado. Certo, o canário fez noventa pontos, mas quando o procuraram para comprar algum macho igual àquele, qual foi a resposta? ... "Infelizmente só tirei um". Esse é o ponto em que eu queria chegar, o criador obteve dentro da sua "salada" um canário espetacular, mas na hora deste feito render algum dinheiro, não rendeu nada, pois não havia canário algum para vender. Mas se o criador tivesse no mínimo uns cinco machos iguais aquele, disponíveis para a venda, já garantiria sementes e farinhada por um bom tempo. Por isso defendo a especialização no caso do pequeno e médio criador. Sei que não é fácil, e sim um trabalho árduo de paciência e perseverança com a montagem do novo plantel. E isto leva muito tempo (anos) e algum investimento inicial também. Às vezes a ansiedade e a teimosia levam alguns criadores a gastar muito dinheiro em muito pouco tempo, digo isto porque já fui assim, e me arrependi amargamente por isso. Hoje me vejo já há três anos tentando me especializar em duas séries e sei que ainda falta muito tempo para começar a resgatar os frutos, mas aprendi a ter perseverança e paciência.
É preciso escolher a série em que vai se especializar e a partir daí, fazer um planejamento, que com certeza irá durar alguns anos. Vejamos um exemplo: um criador que possui espaço para 30 casais, escolheu a série dos Isabelinos sem fator para se especializar. Então em seu planejamento ele pode dedicar os dois primeiros anos no aprimoramento dos mosaicos, e depois mais dois ou três anos no aprimoramento dos intensos, nevados e prateados. Aí sim, ele estará pronto para fazer sua seleção dentro de sua própria linhagem de Isabelinos, e se tornar um ícone brasileiro na série escolhida. Vejamos vários exemplos na canaricultura brasileira em que a especialização foi um sucesso, como o Ivo Prado, de Itatiba, com seus disputados cobres, ou então o Paulo Cezar Azevedo com os Amarelos e ainda o Roberto Kobayashi com os seus famosos canários brancos e albinos. E por ai vai, tenha paciência, dedicação e acima de tudo amor pela arte de criar canários. E torne-se também um ponto de referência dentro de alguma série.
Outro grande fator positivo na especialização é o aprimoramento técnico que pode ocorrer com várias cores que hoje em dia estão deixando um pouco a desejar. E mais, contribuir com o retorno de algumas cores que estão sumindo, devido à falta de boas matrizes, como exemplo o canário Asas Cinza. É isso, a especialização pode ajudar e muito a canaricultura brasileira, podemos tomar a canaricultura européia como exemplo, que está no patamar que se encontra hoje, devido única e exclusivamente à especialização.
Bom, tentei mostrar aqui uma nova tendência, que não é tão nova assim, de criar com técnica de seleção uma cor ou cores. Pois como é de conhecimento de todos, os campeonatos regionais e até mesmo o Campeonato Nacional vêm mostrando o quão é valorizado o campeão de série. E mais ainda, pergunte a quem já se especializou, o quanto mais rentável se tornou sua criação.
É importante salientar, que este artigo não tem como fim, recriminar os criadores que gostam de criar várias cores. A opção é de cada um em criar o que quiser e como quiser.
Boa sorte e sucesso na criação!"
É o que estamos querendo fazer em nosso canaril, mas qual é a sua opinião? Concorda com o texto acima? Não deixe de postar seu comentário.
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Exposição do Canário Vermelho ao Sol
"...o sol prejudica a cor vermelha, faz com que os canários carotenados fiquem menos coloridos. Em compensação, é a melhor coisa para igualar os que ficam manchados com várias tonalidades de vermelho, o que é comum ocorrer, especialmente quando se colore os canários usando mais de um tipo de carophill..."
Fonte: Arnaldo Araujo
Juiz de Cor e Porte da OBJO
"...Os canários com fator vermelho em especial năo podem ser expostos com freqüęncia ao sol, pois este fator poderá tornar a coloraçăo no animal mais opaca, fato este que é quesito para concursos, porém năo se proíbe a total exposiçăo ao sol deste tipo de pássaro, onde o criador poderá leva-lo para tomar banho de sol uma ou duas vezes por męs, com exceçăo no período de muda de penas onde o banho de sol deverá ser totalmente banido..."
Fonte: Mauricio Defassi
Criador filiado a Federaçăo Ornitológica do Brasil e ao
Clube Ornitológico Parque do Iguaçu, anilha MH – 028
"...As aves que estão recebendo cantaxantina não devem ser expostas ao sol, pois poderão parecer queimadas..."
Fonte: Larissa Quinto Pereira - Acadêmica de Medicina Veterinária - Estagiária UFSM/DMVP/LCDPA
Maristela Lovato Flores - Médica Veterinária. Doutora. UFSM/DMVP/LCDPA Laboratório Central de Patologias Aviárias
Artigo transcrito de acordo com regulamento do Concurso de Revistas da FOB, publicado na revista da Sociedade Ornitológica
Santamariense SOSM - 2007
"...Deve ser evitado, para os canários da linha clara, exposição direta ao sol, por períodos prolongados. O ideal é que os pássaros não recebam diretamente a luz solar, pois resultará em amadurecimento precoce da plumagem, com perda na coloração. Por outro lado, essa exposição resulta em aumento no brilho da plumagem, podendo ser
dosada quando se tem pássaros que precisam “abrir a cor”, ou seja, o amadurecimento ainda não se deu na época das exposições, para evitar o aspecto manchado, tão comum nos vermelhos..."
Fonte: Paulo Cesar Löf - Juiz OBJO
".. que os canários de fator vermelho năo devem ser expostos ao sol até a data de concorrerem e se possível devem ser criados na parte menos iluminada do seu canaril e ainda que as penas das asas e cauda devem ser arrancadas para obterem uma melhor coloraçăo?..."
Fonte: Site Criadouro Kakapo
Contribuiçăo de Júlio César Garcia, parcialmente retirada da Revista Pássaros n. 1 a 8 e Revista SOS 1995.
Eu pessoalmente deixo os meus alguns minutos no sol após o banho, claro que com moderação....
Fonte: Arnaldo Araujo
Juiz de Cor e Porte da OBJO
"...Os canários com fator vermelho em especial năo podem ser expostos com freqüęncia ao sol, pois este fator poderá tornar a coloraçăo no animal mais opaca, fato este que é quesito para concursos, porém năo se proíbe a total exposiçăo ao sol deste tipo de pássaro, onde o criador poderá leva-lo para tomar banho de sol uma ou duas vezes por męs, com exceçăo no período de muda de penas onde o banho de sol deverá ser totalmente banido..."
Fonte: Mauricio Defassi
Criador filiado a Federaçăo Ornitológica do Brasil e ao
Clube Ornitológico Parque do Iguaçu, anilha MH – 028
"...As aves que estão recebendo cantaxantina não devem ser expostas ao sol, pois poderão parecer queimadas..."
Fonte: Larissa Quinto Pereira - Acadêmica de Medicina Veterinária - Estagiária UFSM/DMVP/LCDPA
Maristela Lovato Flores - Médica Veterinária. Doutora. UFSM/DMVP/LCDPA Laboratório Central de Patologias Aviárias
Artigo transcrito de acordo com regulamento do Concurso de Revistas da FOB, publicado na revista da Sociedade Ornitológica
Santamariense SOSM - 2007
"...Deve ser evitado, para os canários da linha clara, exposição direta ao sol, por períodos prolongados. O ideal é que os pássaros não recebam diretamente a luz solar, pois resultará em amadurecimento precoce da plumagem, com perda na coloração. Por outro lado, essa exposição resulta em aumento no brilho da plumagem, podendo ser
dosada quando se tem pássaros que precisam “abrir a cor”, ou seja, o amadurecimento ainda não se deu na época das exposições, para evitar o aspecto manchado, tão comum nos vermelhos..."
Fonte: Paulo Cesar Löf - Juiz OBJO
".. que os canários de fator vermelho năo devem ser expostos ao sol até a data de concorrerem e se possível devem ser criados na parte menos iluminada do seu canaril e ainda que as penas das asas e cauda devem ser arrancadas para obterem uma melhor coloraçăo?..."
Fonte: Site Criadouro Kakapo
Contribuiçăo de Júlio César Garcia, parcialmente retirada da Revista Pássaros n. 1 a 8 e Revista SOS 1995.
Eu pessoalmente deixo os meus alguns minutos no sol após o banho, claro que com moderação....
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